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O Marketing Digital terá maior notoriedade em 2010, principalmente em companhias que investem até R$ 1 milhão em Marketing por ano. Para estas, o meio digital será usado em 50% das ações. Já as empresas que gastam mais de R$ 10 milhões devem ter nas ações digitais 25% do investimento. Isto é que informa a pesquisa realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research Intrernational.

Ao todo participaram da pesquisa 427 profissionais da área de Marketing de companhias brasileiras e multinacionais dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis. As entrevistas aconteceram entre 22 e 28 de setembro. O estudo mostra que o investimento em ações digitais não significa redução nos gastos em Marketing, já que para 40% das empresas que investiram no segmento tiveram aumento no orçamento.

É bem verdade que o Marketing caminha de acordo com novas tendências de bens de consumo e serviços e pelo comportamento do consumidor. Com a internet disseminada pelo mundo e a utilização cada vez maior desta ferramenta, o Marketing Digital ganhe espaço nas ações desenvolvidas por empresas nacionais e multinacionais.

Ações digitais para divulgar e se relacionar
Divulgar produtos e criar ou manter o relacionamento com consumidores são os principais objetivos das companhias pesquisadas ao investir em Marketing Digital. Para 78% delas o meio digital é ideal para a divulgação de produtos, enquanto que 69% preferem usar a internet para se relacionar com consumidores. “Os resultados comprovam que não há mais como se relacionar com os consumidores ou vender produtos sem a utilização do meio digital”, afirma Bruno Mello, editor executivo do Mundo do Marketing.

Entre as ações digitais realizadas com maior freqüência, além do relacionamento e divulgação de produtos, a pesquisa mostra que ações de branding para divulgar a marca (59%) e promoções (55%) também compõem a estratégia digital. Das corporações nacionais, 32% investem mais em ações para a divulgação de produtos. Já as multinacionais têm o mesmo percentual só que para ações de relacionamento.

O e-mail marketing é principal ferramenta usada por 88% das companhias pesquisadas, seguido por anúncios em sites segmentados e ações em sites de relacionamento, com 53% e 52% respectivamente. Atualmente 74% das empresas de maior investimento em Marketing já desenvolvem ações digitais, tanto as nacionais quanto as multinacionais.

Inclusão do Marketing digital
Ferramenta da moda no meio digital, os blogs corporativos são comuns em 1/3 das empresas que participaram da pesquisa. Dados mostram que 44% delas atualizam seus blogs semanalmente e 38% preferem postar informações diariamente. O uso de blogs corporativos é maior entre as companhias nacionais (29%) que as multinacionais (22%). Das redes sociais disponíveis na web, Twitter e Orkut são as mais usadas, com 30% e 16% respectivamente. Também figuram entre as ferramentas preferidas dos profissionais de Marketing o YouTube (8%) e o Facebook (2%).

De acordo com o estudo, as companhias nacionais de pequeno porte realizam ações digitais mais básicas, que envolvem e-mail marketing, anúncio em portais e em sites segmentados e links patrocinados. Por outro lado as multinacionais investem em ferramentas de SEO (Search Engine Optimization), SEM (Search Engine Marketing), além de jogos e entretenimento digital. Em 2009, 59% das empresas nacionais incluíram o Marketing Digital ao plano de Marketing, número parecido com o que foi revelado para multinacionais, com 60%.

Esta inclusão não significou diminuição no orçamento das empresas, já que para 52% das nacionais a verba não teve nenhuma variação e manteve-se igual ao outros anos. Porém, para 14% das companhias multinacionais o valor diminuiu. O estudo afirma que o segmento que mais perde investimento para as ações digitais é o Marketing Direto, com 32%. “Em 50% das organizações não houve alterações no budget e em 40% delas aumentou” afirma Luciana Piedemonte, gerente de marketing da TNS Research International para a América Latina.

Previsão de aumento no investi mento em 2010
Segundo as empresas que participaram da pesquisa, o investimento em ações digitais deve crescer em 2010. Das companhias que investem até R$ 1 milhão em Marketing, a previsão é de que a verba seja dividida em 50% para ações tradicionais – ou off line – e a outra metade para o segmento digital.

Para as que destinam até R$ 10 milhões em Marketing, o on-line terá 34% da verba. Já as corporações que superam os R$ 10 milhões em Marketing, em 2010, 25% do valor será destinado a ações digitais, somando três pontos percentuais ao número atual.

Para o ano que vem a maioria das empresas veem o Marketing Digital como ferramenta que serão usadas. Isto porque 84% das que participaram do levantamento terão alguma ação digital em 2010. A pesquisa ouviu profissionais de Marketing (58%), comunicação (14%), comercial (12%), vendas (6%), administração / recursos humanos (5%) e de outras áreas (5%). Das companhias participantes, 26% delas são do segmento de serviços, 20% agências, 12% varejistas, 11% consultorias, 7% bens de consumo, entre outras.

Fonte: Mundo do Marketing

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A Lacta está realizando ações de bluetooth marketing em pontos de vendas e shoppings para divulgar o Mini BIS.

Além de “cabines”, em formato de um grande copo de Mini Bis, em que aqueles que quisessem podiam se disfarçar com perucas, chapéus, bigodes etc, a divulgação, nos shoppings, contou também com displays que convidavam os visitantes a ativarem seus Bluetooth. Aqueles que o fizessem recebiam wallpapers em seus celulares.

Fonte: MobilePedia

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Publicidade via celular é uma tendência forte para os próximos anos. É o que dizem especialistas do setor. De acordo com dados do MMA (Mobile Marketing Association), 74% das pessoas não se incomodam em receber publicidade via celular. E até 2013, segundo a ABI Research, o mobile marketing movimentará US$ 24 bilhões. No ano passado, este número chegou a US$ 2,7 bilhões e até 2011 a expectativa é de que chegue a US$ 12,8 bilhões, sendo a América Latina responsável por US$ 2,6 bilhões deste bolo.

Atualmente, o mundo possui 1,4 bilhão de celulares com acesso à internet e, como é de se esperar, a China é o país que abriga a operadora com maior número de assinantes: 457 milhões da China Telecom. Segundos dados do IAB (Interactive Advertising Bureau), apesar do Brasil ter 152 milhões de celulares, apenas 2,9 milhões são aparelhos 3G. Na visão de Sandra Turchi, superintendente de mar-keting da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o imposto brasileiro sobre o serviço de telecomunicação é o segundo maior do mundo, o que dificulta a ampliação da capilaridade da internet móvel no País. Assim, o crescimento do mobile marketing é dificultado. Segundo dados apresentados por Sandra durante o Digital Strategies Summit, evento que ocorreu na última segunda-feira (16), em São Paulo, no ano passado o mobile marketing representou apenas 0,1% do market share de verba publicitária, sendo que nos demais países este número – apesar de irrisório – é maior: 0,5%. Também há outros fatores que impedem o crescimento do mobile marketing no País, como o alto número de linhas pré-pagas, o alto preço pago pelos consumidores no serviço de telecomunicação, a resistência dos anunciantes em testarem meios que ainda são recentes e, por isso, preferem investir em mídias tradicionais já testadas.

Além do celular ser uma mídia que permanece a maior parte do tempo junto ao consumidor, ele, assim como a internet, “fala” com o jovem. De acordo com Sandra, 80% desse público usa a internet via celular, o que é uma interessante oportunidade de negócio para os anunciantes. Para Sandra, alguns players já utilizam o celular para extensão de campanhas publicitárias, como ações promocionais ou como ferramenta de relacionamento e afinidade com o cliente. Além do SMS, também podem ser usadas MMS, bluetooth, QRCode, advergame e aplicativos, que com a chegada do iPhone crescem exponencialmente. Até o momento, já foram baixados cerca de dois milhões de aplicativos na App Store, a loja virtual da Apple.

Outra vantagem de se trabalhar com mobile marketing é o baixo custo. De acordo com Sandra, um SMS custa R$ 0,31 e é uma ação imediata, enquanto para se fazer mala direta o selo custa R$ 0,63 e é mais lenta. “A tendência é a substituição dos celulares por smartphones e a expansão, cada vez maior, dos aplicativos”, disse Sandra.

3G
Para Ron Czerny, chairman da MEF Latam (Mobile Entertainment Forum América Latina), daqui a cinco anos a penetração do 3G no mundo será de 80%, o que trará um desenvolvimento de conteúdo muito grande na opinião do executivo. “Como uso da internet o 3G vai crescer muito. Hoje, são um bilhão de usuários e daqui a cinco anos serão 10 bilhões”, observou Czerny.

Mercado
Com toda a efervescência do mercado online, especialistas opinaram sobre o setor durante o Digital Strategies Summit. Para Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do iG, as redes sociais são a aposta do momento, apesar de muitas marcas ainda não saberem como trabalhá-las. “Os vídeos e os games são outras apostas para 2010. E também haverá seleção natural entre conteúdo gratuito e pago, e o pago ganhará mais valor”, analisou. Para Max Petrucci, fundador da Garage, o próximo ano será, novamente, a vez da internet.

Texto por Maria Fernanda Malozzi

Fonte: Propmark

unimed A Unimed de Juiz de Fora (MG) lançou em setembro um aplicativo. Intitulado “Guia Médico” o aplicativo permite ao usuário consultar as especialidades, médicos, laboratórios, clínicas e hospitais disponibilizados pelo plano médico. Além disso, o usuário pode contatar algumas centrais de atendimento via click-to-call.

Cabe ressaltar que o aplicativo possui duas versões. Uma para celulares comuns e outra para smartphones. Segundo o site, a empresa também lançará um aplicativo para iPhone em breve.

Ao acessar o site da Unimed de Juiz de Fora o visitante é convidado por um banner a baixar o aplicativo. Este banner direciona o usuário a página que traz informações sobre o aplicativo e permite realizar seu download.

Para baixar o aplicativo o usuário pode realizar o download em seu computador e depois baixá-lo para o celular ou pode baixá-lo diretamente para o aparelho celular via WAP pela url http://zzub.com.br/misc/unimed.xhtml.

Para divulgar o lançamento do aplicativo a Unimed realizou uma ação de bluetooth marketing. A ação, que ocorreu em diversos locais de Juiz de Fora, contou com promotoras e vans adesivadas que convidavam aqueles que passassem por ali a ativarem o bluetooth de seus celulares. Assim, por meio dele, os interessados poderiam baixar o aplicativo. Ao todo foram 7.029 aplicativos baixados durante o período da ação.

Fonte: MobilePedia

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A Sony lançou o mobile site oficial de Michael Jackson (m.michaeljackson.com). Por meio dele o usuário tem acesso a notícias como, por exemplo, a prorrogação da exibição do filme “This it” nos cinemas americanos. Também pode conferir a biografia do cantor.

Além disso, o mobile site traz vídeos e fotos do astro pop. Cabe ressaltar que não há uma versão do mobile site em língua portuguesa.

Fonte: MobilePedia

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