Rede social

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Desde o final de 2009, um novo tipo de site começou a aparecer na internet: os “cartões de visita virtuais”, como o Magntize e o Flavors.me. Inicialmente, os sites podem se parecer com serviços como o Tumblr, que agregam num só lugar todo o conteúdo produzido pelo usuário na rede – blogs, Twitter, Facebook, YouTube, etc. A diferença é que, nos cartões virtuais, o site é disposto quase como um portifólio online.

flavors

O Flavors.me e o Magntize surgiram no fim do ano passado, com o Flavors.me experimentando um breve momento de sucesso no Twitter em dezembro por ainda ser fechado para convidados – e convites para sites sempre rendem assunto no Twitter. Já o Magntize começou a crescer mesmo nos primeiros dias de 2010.

As principal diferença entre os dois sites é que o Flavors.me ainda pode ser desenhado como blog, encadeando as diferentes informações publicadas em ordem cronológica. O Magntize, apesar de agregar vários serviços em comum com o Flavors – como Flickr e Tumblr – ainda mantém um visual que se aproxima mais de um perfil em rede social, com informações pessoais e de contato. Não à toa, o site ainda disponibiliza um vCard (literalmente, o cartão de visitas virtual) para download.

Para criar sua conta no Magntize, basta clicar no botão Sign up for free no site do serviço. O Flavors.me ainda exige que você cadastre seu email e espere por um convite.

Fonte: Blog do Link

A Universidade Anhembi Morumbi se empenha em uma estratégia para marcar presença no Facebook, Twitter e Youtube, de olho no aluno do ensino médio. No Twitter, a ação consiste em perfis para cada um dos 38 cursos, que conta com quase 7 mil seguidores. Faz parte da estratégia ainda a comunidade do Facebook People you may know, um espaço para unir alunos brasileiros aos de outras universidades do mundo pertencentes à rede Laureate, da qual a Anhembi faz parte.

O esforço é completado por outras mídias sociais, como o chat no site da universidade voltado ao intercâmbio entre brasileiros e estrangeiros, um blog destinado a alunos brasileiros ques estão fora do país e um canal do Youtube em que os jovens estabelecem contato com os outros.

Fonte: M&M

A Editora Online criou um livro sobre instantes de amor e ódio cujo conteúdo consiste em frases criadas por diversas pessoas. O livro C.A.O.S (Coletivo de Amor e Ódio em Segundos), além de ter sua divulgação feita por meio de QR codes, ele é, também, completamente “escrito” por QR codes.

A editora distribuiu, durante o mês de abril deste ano, diversos QR codes pela cidade de São Paulo. Qualquer um que possuísse um celular com câmera e com o aplicativo de leitura poderia decodificar estes códigos. Após isso, o usuário visualizava uma frase sobre amor ou ódio retirada do twitter.com/caos_euconcordo. Desta forma os 2D codes divulgavam o livro e convidavam os usuários a participarem de sua construção mandando suas frases.

Para mandar suas frases, os interessados deveriam enviá-las para o Twitter. A cada semana são selecionadas, no total, 200 frases para formar o livro sendo 100 frases de amor e 100 de ódio. O livro foi “escrito” apenas com QR codes, ao decodificá-los o leitor visualiza todas as frases. O conteúdo do livro é atualizado semanalmente. Assim, os mesmos QR codes passam a permitir a visualização de novas frases.

Veja o vídeo que explica a ação:

Fonte: MobilePedia

dhc
A DHC Outsourcing, cliente da Agência PHD, está passando por um momento muito especial e de transição, já que no início desse ano, o UOL – maior empresa de Internet do Brasil – adquiriu a operação da DHC, que passou a ser a principal unidade de outsourcing de TI da companhia para atender ao mercado corporativo.

Para marcar a nova fase da DHC, a Agência PHD elaborou a campanha publicitária “Junte-se ao futuro.” para mostrar a todos que a DHC está pronta para explorar tendências e tornar o futuro uma realidade. A campanha foi lançada ontem (1º de dezembro) durante o VII Simpósio de Atualização Tecnológica, no restaurante Figueira Rubayat, em São Paulo.

O objetivo dessa nova campanha publicitária é consolidar o posicionamento da marca DHC no mercado de outsourcing e mostrar aos atuais e futuros clientes que a DHC não prevê o futuro, ela planeja o presente e antecipa as tendências, as oportunidades e, principalmente, as soluções para os problemas dos seus clientes.

A nova campanha publicitária da DHC tem como foco principal a web, porque as ações de marketing digital estão em perfeita sintonia com o posicionamento da DHC – que é ser uma empresa inovadora e criativa – e com o posicionamento do público alvo da empresa – que são profissionais de TI antenados com as tendências do mercado. A campanha inclui: um novo site institucional, um mobile site, um blog, um perfil no Twitter e anúncios publicitários.

O novo site da DHC agora está muito mais atrativo e com conteúdo atualizado, mostrando os serviços e os diferenciais da DHC, inspirando a confiança dos clientes e do mercado de TI. O destaque do site é o canal “Minuto do Futuro”, que contará com vídeos que abordarão as tendências do mercado e as novidades que as empresas de TI esperam trazer para o Brasil nos próximos anos. Além disso, o novo site tem uma versão móvel porque a DHC quer seus serviços sejam entregues de forma rápida, em tempo real e com total comodidade aos clientes.

Foi elaborado também um blog, que funcionará como um canal aberto para que colaboradores, parceiros, clientes, fornecedores, investidores, mercado e imprensa interajam, opinem, participem e compartilhem experiências. O objetivo do Blog é fortalecer o relacionamento com todas essas pessoas que fazem da DHC uma referência no mercado.

Além disso, foi criado um perfil no Twitter, @dhcoutsourcing, onde diariamente serão publicadas notícias sobre a DHC e o mercado de TI.

Para dar suporte à campanha web, foi criada a campanha “Seu futuro. Nosso presente” composta por três anúncios, que serão veiculados em mídias segmentadas, para reforçar as demais ações de consolidação da marca DHC. Os anúncios e o making of da campanha podem ser vistos no hotsite da campanha.

Assim, a DHC e a Agência PHD esperam que todas essas ações de comunicação, marketing e a campanha publicitária potencializem o posicionamento da marca DHC no mercado de outsourcing, fixem a imagem da DHC para o público em geral e reforcem o relacionamento com clientes, parceiros, colaboradores e imprensa.

Esperamos que vocês compartilhem suas experiências no blog, conversem com a DHC pelo Twitter e aprendam com os vídeos do Minuto do Futuro.

celular-info
Publicidade via celular é uma tendência forte para os próximos anos. É o que dizem especialistas do setor. De acordo com dados do MMA (Mobile Marketing Association), 74% das pessoas não se incomodam em receber publicidade via celular. E até 2013, segundo a ABI Research, o mobile marketing movimentará US$ 24 bilhões. No ano passado, este número chegou a US$ 2,7 bilhões e até 2011 a expectativa é de que chegue a US$ 12,8 bilhões, sendo a América Latina responsável por US$ 2,6 bilhões deste bolo.

Atualmente, o mundo possui 1,4 bilhão de celulares com acesso à internet e, como é de se esperar, a China é o país que abriga a operadora com maior número de assinantes: 457 milhões da China Telecom. Segundos dados do IAB (Interactive Advertising Bureau), apesar do Brasil ter 152 milhões de celulares, apenas 2,9 milhões são aparelhos 3G. Na visão de Sandra Turchi, superintendente de mar-keting da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o imposto brasileiro sobre o serviço de telecomunicação é o segundo maior do mundo, o que dificulta a ampliação da capilaridade da internet móvel no País. Assim, o crescimento do mobile marketing é dificultado. Segundo dados apresentados por Sandra durante o Digital Strategies Summit, evento que ocorreu na última segunda-feira (16), em São Paulo, no ano passado o mobile marketing representou apenas 0,1% do market share de verba publicitária, sendo que nos demais países este número – apesar de irrisório – é maior: 0,5%. Também há outros fatores que impedem o crescimento do mobile marketing no País, como o alto número de linhas pré-pagas, o alto preço pago pelos consumidores no serviço de telecomunicação, a resistência dos anunciantes em testarem meios que ainda são recentes e, por isso, preferem investir em mídias tradicionais já testadas.

Além do celular ser uma mídia que permanece a maior parte do tempo junto ao consumidor, ele, assim como a internet, “fala” com o jovem. De acordo com Sandra, 80% desse público usa a internet via celular, o que é uma interessante oportunidade de negócio para os anunciantes. Para Sandra, alguns players já utilizam o celular para extensão de campanhas publicitárias, como ações promocionais ou como ferramenta de relacionamento e afinidade com o cliente. Além do SMS, também podem ser usadas MMS, bluetooth, QRCode, advergame e aplicativos, que com a chegada do iPhone crescem exponencialmente. Até o momento, já foram baixados cerca de dois milhões de aplicativos na App Store, a loja virtual da Apple.

Outra vantagem de se trabalhar com mobile marketing é o baixo custo. De acordo com Sandra, um SMS custa R$ 0,31 e é uma ação imediata, enquanto para se fazer mala direta o selo custa R$ 0,63 e é mais lenta. “A tendência é a substituição dos celulares por smartphones e a expansão, cada vez maior, dos aplicativos”, disse Sandra.

3G
Para Ron Czerny, chairman da MEF Latam (Mobile Entertainment Forum América Latina), daqui a cinco anos a penetração do 3G no mundo será de 80%, o que trará um desenvolvimento de conteúdo muito grande na opinião do executivo. “Como uso da internet o 3G vai crescer muito. Hoje, são um bilhão de usuários e daqui a cinco anos serão 10 bilhões”, observou Czerny.

Mercado
Com toda a efervescência do mercado online, especialistas opinaram sobre o setor durante o Digital Strategies Summit. Para Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do iG, as redes sociais são a aposta do momento, apesar de muitas marcas ainda não saberem como trabalhá-las. “Os vídeos e os games são outras apostas para 2010. E também haverá seleção natural entre conteúdo gratuito e pago, e o pago ganhará mais valor”, analisou. Para Max Petrucci, fundador da Garage, o próximo ano será, novamente, a vez da internet.

Texto por Maria Fernanda Malozzi

Fonte: Propmark

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