Marketing mobile

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Stella Artois acaba de lançar um aplicativo chamado Le Bar Guide, que permite aos usuários procurar, por meio do CEP ou país, o bar mais próximo que serve esta marca de cerveja.

Você também poderá ler sobre os estabelecimentos, dar nota a eles, avaliando sua clientela e o ambiente.

Mas, o interessante desse aplicativo é que, se você o acessar via iPhone, poderá lançar mão de uma ferramenta de realidade aumentada, que te levará, em tempo real, ao bar mais próximo, onde poderá beber uma Stella.

Outra ferramenta, chamada “Le Taxi”, oferece telefones de pontos ou empresas de táxi para que você lance mão deste meio de transporte para ir ou voltar da balada regada com Artois.

Veja o vídeo da ação:

Fonte: CCSP

O Shopping Morumbi realizou um ação de bluetooth para divulgar sua promoção de natal. A promoção premia seus ganhadores com 10 Mini Coopers. Para a divulgação dessa promoção um dos Mini Coopers foi colocado dentro de uma “bolha”. Ao lado dessa “bolha” foi colocado um totem de bluetooth que convidava os visitantes do shopping que passassem por ali a ativarem o bluetooth de seus aparelhos celulares.

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Aqueles que estivessem com seu bluetooth ativado recebiam um gif animado que fornecia maiores explicações sobre a promoção do Morumbi Shopping.

Como alternativa para usuário de celulares que possuem a tecnologia bluetooth como, por exemplo, o iPhone e Blackberry foi criado um hotsite mobile no qual era possível realizar o download do conteúdo enviado por bluetooth.

Fonte: MobilePedia

O aplicativo Car Finder permite, por meio de realidade aumentada e da bússola do iPhone, que o usuário encontre facilmente seu carro, por exemplo, em um estacionamento.

O usuário só precisa abrir o aplicativo e nomear a localização em que estacionou seu carro. Assim, quando ele quiser localizá-lo basta abrir o aplicativo e selecionar o local. Por meio da realidade aumentada, bússula digital e a câmera do iPhone 3GS, o aplicativo informa a direção e a distância de onde o carro está localizado. Veja o vídeo:

Fonte: MobilePedia

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A Lacta está realizando ações de bluetooth marketing em pontos de vendas e shoppings para divulgar o Mini BIS.

Além de “cabines”, em formato de um grande copo de Mini Bis, em que aqueles que quisessem podiam se disfarçar com perucas, chapéus, bigodes etc, a divulgação, nos shoppings, contou também com displays que convidavam os visitantes a ativarem seus Bluetooth. Aqueles que o fizessem recebiam wallpapers em seus celulares.

Fonte: MobilePedia

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Publicidade via celular é uma tendência forte para os próximos anos. É o que dizem especialistas do setor. De acordo com dados do MMA (Mobile Marketing Association), 74% das pessoas não se incomodam em receber publicidade via celular. E até 2013, segundo a ABI Research, o mobile marketing movimentará US$ 24 bilhões. No ano passado, este número chegou a US$ 2,7 bilhões e até 2011 a expectativa é de que chegue a US$ 12,8 bilhões, sendo a América Latina responsável por US$ 2,6 bilhões deste bolo.

Atualmente, o mundo possui 1,4 bilhão de celulares com acesso à internet e, como é de se esperar, a China é o país que abriga a operadora com maior número de assinantes: 457 milhões da China Telecom. Segundos dados do IAB (Interactive Advertising Bureau), apesar do Brasil ter 152 milhões de celulares, apenas 2,9 milhões são aparelhos 3G. Na visão de Sandra Turchi, superintendente de mar-keting da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o imposto brasileiro sobre o serviço de telecomunicação é o segundo maior do mundo, o que dificulta a ampliação da capilaridade da internet móvel no País. Assim, o crescimento do mobile marketing é dificultado. Segundo dados apresentados por Sandra durante o Digital Strategies Summit, evento que ocorreu na última segunda-feira (16), em São Paulo, no ano passado o mobile marketing representou apenas 0,1% do market share de verba publicitária, sendo que nos demais países este número – apesar de irrisório – é maior: 0,5%. Também há outros fatores que impedem o crescimento do mobile marketing no País, como o alto número de linhas pré-pagas, o alto preço pago pelos consumidores no serviço de telecomunicação, a resistência dos anunciantes em testarem meios que ainda são recentes e, por isso, preferem investir em mídias tradicionais já testadas.

Além do celular ser uma mídia que permanece a maior parte do tempo junto ao consumidor, ele, assim como a internet, “fala” com o jovem. De acordo com Sandra, 80% desse público usa a internet via celular, o que é uma interessante oportunidade de negócio para os anunciantes. Para Sandra, alguns players já utilizam o celular para extensão de campanhas publicitárias, como ações promocionais ou como ferramenta de relacionamento e afinidade com o cliente. Além do SMS, também podem ser usadas MMS, bluetooth, QRCode, advergame e aplicativos, que com a chegada do iPhone crescem exponencialmente. Até o momento, já foram baixados cerca de dois milhões de aplicativos na App Store, a loja virtual da Apple.

Outra vantagem de se trabalhar com mobile marketing é o baixo custo. De acordo com Sandra, um SMS custa R$ 0,31 e é uma ação imediata, enquanto para se fazer mala direta o selo custa R$ 0,63 e é mais lenta. “A tendência é a substituição dos celulares por smartphones e a expansão, cada vez maior, dos aplicativos”, disse Sandra.

3G
Para Ron Czerny, chairman da MEF Latam (Mobile Entertainment Forum América Latina), daqui a cinco anos a penetração do 3G no mundo será de 80%, o que trará um desenvolvimento de conteúdo muito grande na opinião do executivo. “Como uso da internet o 3G vai crescer muito. Hoje, são um bilhão de usuários e daqui a cinco anos serão 10 bilhões”, observou Czerny.

Mercado
Com toda a efervescência do mercado online, especialistas opinaram sobre o setor durante o Digital Strategies Summit. Para Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do iG, as redes sociais são a aposta do momento, apesar de muitas marcas ainda não saberem como trabalhá-las. “Os vídeos e os games são outras apostas para 2010. E também haverá seleção natural entre conteúdo gratuito e pago, e o pago ganhará mais valor”, analisou. Para Max Petrucci, fundador da Garage, o próximo ano será, novamente, a vez da internet.

Texto por Maria Fernanda Malozzi

Fonte: Propmark

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