Comportamento

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O aplicativo Car Finder permite, por meio de realidade aumentada e da bússola do iPhone, que o usuário encontre facilmente seu carro, por exemplo, em um estacionamento.

O usuário só precisa abrir o aplicativo e nomear a localização em que estacionou seu carro. Assim, quando ele quiser localizá-lo basta abrir o aplicativo e selecionar o local. Por meio da realidade aumentada, bússula digital e a câmera do iPhone 3GS, o aplicativo informa a direção e a distância de onde o carro está localizado. Veja o vídeo:

Fonte: MobilePedia

mastercard-logo A Mastercard desenvolveu uma plataforma móvel que permitirá que o celular seja usado como banco. A plataforma intitulada Mobile Network Gateway, deverá ser lançado no mercado brasileiro em 2010.

O Itaú Unibanco, a Vivo e a Redecard serão as primeiras empresas a adotarem a plataforma que permitirá a realização de transações bancárias como: transferência de dinheiro, pagamentos de contas, compras e fazer recarga de créditos para celulares pré-pagos.

Inicialmente só poderão utilizar o serviço aqueles que forem clientes Mastercard, mas o projeto é estender o serviço também para os não clientes.

Fonte: Propmark e IDGNow!

iphoneecologicamente Você está fazendo compras e se interessa por um produto, mas, antes de comprá-lo, quer ter certeza de que ele foi fabricado dentro dos padrões socioambientais. O que fazer? Voltar para casa e pesquisar a empresa que produz o artigo na internet, além de dar muito trabalho, não é nada moderno. Na onda dos gadgets verdes, a moda agora – pelo menos nos EUA – é consultar, pelo seu celular ou iPhone, o novo aplicativo da GoodGuide – uma organização norte-americana que incentiva o consumo consciente – e descobrir, na hora, se o produto que você está comprando é ambientalmente correto.

Apenas com o número do código de barras, o aplicativo informa ao consumidor o grau de responsabilidade social e ambiental das mercadorias e, também, das empresas fabricantes. E, tudo isso, de graça! O serviço pode ser baixado por mensagem de celular – mas apenas os norte-americanos podem fazer uso dessa opção – e, também, pelo programa iTunes, para ser usado em iPhones.

Até agora, segundo a GoodGuide, mais de 60 mil produtos e empresas já foram cadastrados no aplicativo. Como o serviço nasceu nos EUA, mais uma vez os norte-americanos levam vantagem: muitas mercadorias que fazem parte do projeto, por enquanto, são comercializadas apenas lá. Mas a empresa tem uma solução para isso: toda vez que um usuário não encontrar um produto no sistema, ele será, imediatamente, priorizado na lista de inclusão de mercadorias da GoodGuide. Assim, quanto mais brasileiros usarem o aplicativo, mais ele vai ganhando a nossa cara.

Fonte: Cidade Marketing

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O Marketing Digital terá maior notoriedade em 2010, principalmente em companhias que investem até R$ 1 milhão em Marketing por ano. Para estas, o meio digital será usado em 50% das ações. Já as empresas que gastam mais de R$ 10 milhões devem ter nas ações digitais 25% do investimento. Isto é que informa a pesquisa realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research Intrernational.

Ao todo participaram da pesquisa 427 profissionais da área de Marketing de companhias brasileiras e multinacionais dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis. As entrevistas aconteceram entre 22 e 28 de setembro. O estudo mostra que o investimento em ações digitais não significa redução nos gastos em Marketing, já que para 40% das empresas que investiram no segmento tiveram aumento no orçamento.

É bem verdade que o Marketing caminha de acordo com novas tendências de bens de consumo e serviços e pelo comportamento do consumidor. Com a internet disseminada pelo mundo e a utilização cada vez maior desta ferramenta, o Marketing Digital ganhe espaço nas ações desenvolvidas por empresas nacionais e multinacionais.

Ações digitais para divulgar e se relacionar
Divulgar produtos e criar ou manter o relacionamento com consumidores são os principais objetivos das companhias pesquisadas ao investir em Marketing Digital. Para 78% delas o meio digital é ideal para a divulgação de produtos, enquanto que 69% preferem usar a internet para se relacionar com consumidores. “Os resultados comprovam que não há mais como se relacionar com os consumidores ou vender produtos sem a utilização do meio digital”, afirma Bruno Mello, editor executivo do Mundo do Marketing.

Entre as ações digitais realizadas com maior freqüência, além do relacionamento e divulgação de produtos, a pesquisa mostra que ações de branding para divulgar a marca (59%) e promoções (55%) também compõem a estratégia digital. Das corporações nacionais, 32% investem mais em ações para a divulgação de produtos. Já as multinacionais têm o mesmo percentual só que para ações de relacionamento.

O e-mail marketing é principal ferramenta usada por 88% das companhias pesquisadas, seguido por anúncios em sites segmentados e ações em sites de relacionamento, com 53% e 52% respectivamente. Atualmente 74% das empresas de maior investimento em Marketing já desenvolvem ações digitais, tanto as nacionais quanto as multinacionais.

Inclusão do Marketing digital
Ferramenta da moda no meio digital, os blogs corporativos são comuns em 1/3 das empresas que participaram da pesquisa. Dados mostram que 44% delas atualizam seus blogs semanalmente e 38% preferem postar informações diariamente. O uso de blogs corporativos é maior entre as companhias nacionais (29%) que as multinacionais (22%). Das redes sociais disponíveis na web, Twitter e Orkut são as mais usadas, com 30% e 16% respectivamente. Também figuram entre as ferramentas preferidas dos profissionais de Marketing o YouTube (8%) e o Facebook (2%).

De acordo com o estudo, as companhias nacionais de pequeno porte realizam ações digitais mais básicas, que envolvem e-mail marketing, anúncio em portais e em sites segmentados e links patrocinados. Por outro lado as multinacionais investem em ferramentas de SEO (Search Engine Optimization), SEM (Search Engine Marketing), além de jogos e entretenimento digital. Em 2009, 59% das empresas nacionais incluíram o Marketing Digital ao plano de Marketing, número parecido com o que foi revelado para multinacionais, com 60%.

Esta inclusão não significou diminuição no orçamento das empresas, já que para 52% das nacionais a verba não teve nenhuma variação e manteve-se igual ao outros anos. Porém, para 14% das companhias multinacionais o valor diminuiu. O estudo afirma que o segmento que mais perde investimento para as ações digitais é o Marketing Direto, com 32%. “Em 50% das organizações não houve alterações no budget e em 40% delas aumentou” afirma Luciana Piedemonte, gerente de marketing da TNS Research International para a América Latina.

Previsão de aumento no investi mento em 2010
Segundo as empresas que participaram da pesquisa, o investimento em ações digitais deve crescer em 2010. Das companhias que investem até R$ 1 milhão em Marketing, a previsão é de que a verba seja dividida em 50% para ações tradicionais – ou off line – e a outra metade para o segmento digital.

Para as que destinam até R$ 10 milhões em Marketing, o on-line terá 34% da verba. Já as corporações que superam os R$ 10 milhões em Marketing, em 2010, 25% do valor será destinado a ações digitais, somando três pontos percentuais ao número atual.

Para o ano que vem a maioria das empresas veem o Marketing Digital como ferramenta que serão usadas. Isto porque 84% das que participaram do levantamento terão alguma ação digital em 2010. A pesquisa ouviu profissionais de Marketing (58%), comunicação (14%), comercial (12%), vendas (6%), administração / recursos humanos (5%) e de outras áreas (5%). Das companhias participantes, 26% delas são do segmento de serviços, 20% agências, 12% varejistas, 11% consultorias, 7% bens de consumo, entre outras.

Fonte: Mundo do Marketing

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Publicidade via celular é uma tendência forte para os próximos anos. É o que dizem especialistas do setor. De acordo com dados do MMA (Mobile Marketing Association), 74% das pessoas não se incomodam em receber publicidade via celular. E até 2013, segundo a ABI Research, o mobile marketing movimentará US$ 24 bilhões. No ano passado, este número chegou a US$ 2,7 bilhões e até 2011 a expectativa é de que chegue a US$ 12,8 bilhões, sendo a América Latina responsável por US$ 2,6 bilhões deste bolo.

Atualmente, o mundo possui 1,4 bilhão de celulares com acesso à internet e, como é de se esperar, a China é o país que abriga a operadora com maior número de assinantes: 457 milhões da China Telecom. Segundos dados do IAB (Interactive Advertising Bureau), apesar do Brasil ter 152 milhões de celulares, apenas 2,9 milhões são aparelhos 3G. Na visão de Sandra Turchi, superintendente de mar-keting da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), o imposto brasileiro sobre o serviço de telecomunicação é o segundo maior do mundo, o que dificulta a ampliação da capilaridade da internet móvel no País. Assim, o crescimento do mobile marketing é dificultado. Segundo dados apresentados por Sandra durante o Digital Strategies Summit, evento que ocorreu na última segunda-feira (16), em São Paulo, no ano passado o mobile marketing representou apenas 0,1% do market share de verba publicitária, sendo que nos demais países este número – apesar de irrisório – é maior: 0,5%. Também há outros fatores que impedem o crescimento do mobile marketing no País, como o alto número de linhas pré-pagas, o alto preço pago pelos consumidores no serviço de telecomunicação, a resistência dos anunciantes em testarem meios que ainda são recentes e, por isso, preferem investir em mídias tradicionais já testadas.

Além do celular ser uma mídia que permanece a maior parte do tempo junto ao consumidor, ele, assim como a internet, “fala” com o jovem. De acordo com Sandra, 80% desse público usa a internet via celular, o que é uma interessante oportunidade de negócio para os anunciantes. Para Sandra, alguns players já utilizam o celular para extensão de campanhas publicitárias, como ações promocionais ou como ferramenta de relacionamento e afinidade com o cliente. Além do SMS, também podem ser usadas MMS, bluetooth, QRCode, advergame e aplicativos, que com a chegada do iPhone crescem exponencialmente. Até o momento, já foram baixados cerca de dois milhões de aplicativos na App Store, a loja virtual da Apple.

Outra vantagem de se trabalhar com mobile marketing é o baixo custo. De acordo com Sandra, um SMS custa R$ 0,31 e é uma ação imediata, enquanto para se fazer mala direta o selo custa R$ 0,63 e é mais lenta. “A tendência é a substituição dos celulares por smartphones e a expansão, cada vez maior, dos aplicativos”, disse Sandra.

3G
Para Ron Czerny, chairman da MEF Latam (Mobile Entertainment Forum América Latina), daqui a cinco anos a penetração do 3G no mundo será de 80%, o que trará um desenvolvimento de conteúdo muito grande na opinião do executivo. “Como uso da internet o 3G vai crescer muito. Hoje, são um bilhão de usuários e daqui a cinco anos serão 10 bilhões”, observou Czerny.

Mercado
Com toda a efervescência do mercado online, especialistas opinaram sobre o setor durante o Digital Strategies Summit. Para Marcelo Lobianco, diretor de publicidade do iG, as redes sociais são a aposta do momento, apesar de muitas marcas ainda não saberem como trabalhá-las. “Os vídeos e os games são outras apostas para 2010. E também haverá seleção natural entre conteúdo gratuito e pago, e o pago ganhará mais valor”, analisou. Para Max Petrucci, fundador da Garage, o próximo ano será, novamente, a vez da internet.

Texto por Maria Fernanda Malozzi

Fonte: Propmark

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